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Mesmo em época de seca, casos de dengue em Ribeirão seguem aumentando

São 21,6 mil diagnósticos, aumento de 8% em relação à semana passada; nos sete dias anteriores, o crescimento foi de 6,8%
casos de dengue
São 21,6 mil diagnósticos, aumento de 8% em relação à semana passada; nos sete dias anteriores, o crescimento foi de 6,8%

São 21,6 mil diagnósticos, aumento de 8% em relação à semana passada; nos sete dias anteriores, o crescimento foi de 6,8%

Números alarmantes de dengue em Ribeirão Preto

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto divulgou nesta quarta-feira dados preocupantes sobre o número de casos de dengue na cidade. Apesar do período de seca, foram registrados 21.688 casos confirmados, um aumento de quase 8% em relação aos dados anteriores, e mais de 38 mil casos suspeitos. Embora não haja novas mortes registradas (seis óbitos confirmados e quatro em investigação), a quantidade de pessoas doentes simultaneamente é significativa, indicando um aumento no ritmo de novos casos, mesmo sem chuvas há quase um mês.

Fatores que contribuem para a proliferação do mosquito

Luzia Marcia Romanhole, diretora do Departamento de Vigilância e Saúde, explica que as altas temperaturas de maio criam condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. A persistência de focos de criadouro, principalmente em residências (pratos de vasos, bandejas de geladeira etc.), contribui para a manutenção da transmissão da doença, mesmo com a estiagem. A população precisa manter a vigilância e eliminar possíveis criadouros.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito e ações de prevenção

Além da dengue, foram confirmados 122 casos de chikungunya e 27 casos suspeitos de Zika vírus. A Secretaria de Saúde reforça a importância da vacinação contra a dengue, com mais de 9 mil doses aplicadas das 11 mil disponíveis para a faixa etária de 10 a 14 anos. A população é incentivada a procurar as unidades de saúde para vacinação. A luta contra o mosquito transmissor continua, mesmo sem chuvas, e a vigilância precisa ser mantida para evitar a proliferação das doenças.

Os números divulgados demonstram a necessidade de atenção contínua por parte da população e das autoridades de saúde. A prevenção, por meio da eliminação de criadouros e da vacinação, é fundamental para controlar o avanço dessas doenças. A situação permanece preocupante, exigindo esforços conjuntos para conter a transmissão.

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