Grupo extraía areia de forma irregular de barrancos às margens do Rio Moji-Guaçu; parte da vegetação foi destruída
A Polícia Ambiental de Guatapará, interior de São Paulo, fechou uma mineradora ilegal que operava de forma irregular às margens do Rio Mojiguaçu. A ação foi resultado de denúncias reiteradas sobre a extração ilegal de areia.
Operação e Impacto Ambiental
Segundo o Tenente Patrick Cândido, da Polícia Ambiental, a mineradora, um porto de areia, não possuía as licenças necessárias para operar e causou danos significativos ao meio ambiente. A empresa retirava areia de maneira irregular, depreciando as margens do rio e provocando desbarrancamentos em uma área de aproximadamente 0,7 hectares. Foram apreendidas duas embarcações utilizadas na extração ilegal.
Infrações e Consequências
A operação resultou em multas de R$ 2.100,00 para cada infrator. O Tenente Cândido explicou que a ação envolve tanto a esfera administrativa, com base na Lei 9605 (crimes ambientais), quanto a esfera criminal. No momento da operação, havia no máximo três funcionários trabalhando na extração.
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Fiscalização e Prevenção
Embora não seja frequente, esse tipo de ocorrência demonstra a necessidade de fiscalização constante por parte dos órgãos ambientais para prevenir a degradação ambiental e garantir a preservação dos recursos naturais. A ação ocorreu em uma área limítrofe entre dois municípios, sendo a degradação ambiental constatada em Guatapará.
A ação da Polícia Ambiental destaca a importância da denúncia e da fiscalização na proteção do meio ambiente. A recuperação da área degradada e a responsabilização dos envolvidos são passos importantes para garantir a preservação do Rio Mojiguaçu.



