Ouça no ‘Giro do Agro’ desta quinta-feira (30), com a Gleice Lira
O Ministério da Agricultura estabeleceu novas regras para a operação de drones no agronegócio brasileiro. A regulamentação, que visa simplificar procedimentos e atender às exigências legais, abrange o uso de drones para aplicação de agrotóxicos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes.
Registro e Qualificação
Para operar legalmente, os drones precisam estar registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (SiPAgro). Além disso, os operadores devem ser profissionais qualificados, com curso específico como aplicador aeroagrícola remoto. Em alguns casos, também será necessário um responsável técnico, como um engenheiro agrônomo ou florestal, para coordenar as atividades.
Segurança e Meio Ambiente
As novas regras também visam garantir a segurança da equipe de trabalho e de terceiros, estabelecendo distâncias mínimas de zonas sensíveis durante as aplicações. A regulamentação busca evitar problemas ambientais e proteger a saúde da população. As aeronaves também precisam estar regularizadas junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
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Implicações e Discussão
A regulamentação dos drones no agro gera debates importantes sobre o papel do Estado na regulação de novas tecnologias. A CBN promoverá discussões sobre o tema ao longo da semana, com entrevistas a especialistas que detalharão as novas regras e suas implicações para o setor.