Veículos, que deveriam estar na cidade com o mesmo, porém, no estado de Santa Catarina, estão parados há dois meses
O município de São Carlos, Ministério da Saúde confunde São Carlos, em São Paulo, enfrenta um problema com duas viaturas 0 km do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estão paradas há cerca de dois meses devido a uma confusão burocrática envolvendo o Ministério da Saúde. A confusão ocorreu porque existem outras cidades com o mesmo nome no Brasil, uma em Santa Catarina e outra no Paraná, o que levou ao registro incorreto das notas fiscais das ambulâncias destinadas a São Carlos (SP).
As viaturas novas foram entregues oficialmente pelo Ministério da Saúde em 14 de março, mas permanecem no pátio do órgão local sem poder circular. Enquanto isso, o município paulista continua utilizando veículos antigos, de 2017, 2018 e 2019, que demandam manutenção constante e apresentam maior risco de falhas durante os atendimentos.
Impactos para o atendimento: Segundo a Secretaria de Saúde de São Carlos, o Samu realiza em média 1.600 atendimentos mensais, dos quais cerca de 100 são feitos pela unidade de suporte avançado, conhecida como T-móvel. A frota atual é composta por seis ambulâncias básicas, duas de suporte avançado, duas reservas e duas motolâncias. As novas viaturas seriam destinadas à reposição dos veículos mais antigos, mas não estão em operação devido à questão documental.
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Ações tomadas: A prefeitura de São Carlos (SP) informou que entrou em contato com o Ministério da Saúde assim que identificou a divergência no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) nas notas fiscais das ambulâncias. Por outro lado, a prefeitura de São Carlos em Santa Catarina confirmou que recebeu uma ambulância do governo federal sem problemas na documentação e que o veículo está em operação.
Resposta do Ministério da Saúde: O Ministério da Saúde foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu aos questionamentos até o momento.
Entenda melhor
A confusão entre cidades com nomes iguais pode gerar atrasos na entrega e registro de equipamentos públicos, impactando diretamente a eficiência dos serviços de saúde oferecidos à população. No caso de São Carlos (SP), a situação afeta o Samu, que depende das viaturas para realizar atendimentos emergenciais.



