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Ministério da Saúde publica cartilha para orientar sobre medicamentos falsificados

Objetivo é conscientizar a população sobre os risco do uso de remédio sem saber a procedência; saiba mais!
Ministério da Saúde publica cartilha para
Objetivo é conscientizar a população sobre os risco do uso de remédio sem saber a procedência; saiba mais!

Objetivo é conscientizar a população sobre os risco do uso de remédio sem saber a procedência; saiba mais!

O Ministério da Justiça lançou uma cartilha para alertar os consumidores sobre os riscos da falsificação de medicamentos, Ministério da Saúde publica cartilha para, um problema crescente no Brasil que movimenta bilhões de reais anualmente, inclusive na região local. A iniciativa é do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, em parceria com a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa.

Falsificação e mercado paralelo: Medicamentos falsificados ou de origem duvidosa podem ser roubados, contrabandeados ou desviados de farmácias e distribuidores. Produtos roubados, como remédios de alto custo e canetas para emagrecimento, têm sido vendidos no mercado paralelo a preços muito inferiores, sem qualquer controle sanitário. Em abril, duas farmácias em Franca foram roubadas em um intervalo de 24 horas, e em novembro de 2024, a polícia civil prendeu em Araraquara um grupo suspeito de falsificar medicamentos de alto custo.

Riscos à saúde: Consumir medicamentos falsificados traz riscos duplos: além de não tratar a doença, muitos desses produtos não possuem o princípio ativo e podem agravar o quadro clínico. Alguns contêm substâncias nocivas que podem causar danos adicionais à saúde.

Orientações para o consumidor: A cartilha recomenda que as compras pela internet sejam feitas apenas em farmácias oficiais, com CNPJ visível e fácil de consultar. É importante evitar perfis em redes sociais sem autorização para venda de medicamentos. Para identificar embalagens originais, o consumidor deve observar lacres de segurança, dados do lote, nome do farmacêutico responsável, telefone para atendimento, selo de rastreabilidade e tinta reativa. As embalagens devem estar escritas em português, e discrepâncias entre os números de lote e datas de validade na embalagem externa e interna podem indicar falsificação.

Cuidados adicionais: Desconfie de preços muito abaixo do mercado, erros de ortografia nas embalagens, lacres rompidos ou danificados. Sempre exija nota fiscal e nunca aceite medicamentos fora da embalagem original. A cartilha completa está disponível na área de notícias do site do Ministério da Justiça (gov.br/mj).

Informações adicionais

O combate à falsificação de medicamentos é fundamental para proteger a saúde pública e evitar o fortalecimento do crime organizado que atua no mercado paralelo de remédios.

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