Estudo aponta que economia de energia gerada pela mudança no horário está diminuindo ao passar dos anos
O horário de verão, medida que visa aproveitar melhor a incidência solar e economizar energia, pode estar com os dias contados no Brasil. Apesar de ser uma prática contínua desde 1985, estudos recentes do Ministério de Minas e Energia apontam que sua efetividade tem diminuído ao longo dos anos, com a economia gerada ficando abaixo do esperado.
Impacto Econômico em Declínio
Análises mostram que a economia proporcionada pelo horário de verão tem se tornado cada vez menos significativa. Mudanças nos hábitos da população, com a adaptação ao novo horário, contribuíram para reduzir o impacto na demanda de energia. Especialistas argumentam que outras medidas, como a maior utilização de energias renováveis como a eólica, poderiam gerar economias mais expressivas.
Opiniões Divergentes e o Futuro do Horário de Verão
A população se mostra dividida em relação à medida. Enquanto alguns defendem sua manutenção pela economia de energia, outros acreditam que seu impacto é mínimo e que outras ações governamentais seriam mais eficazes. Há quem defenda a continuidade do horário de verão, principalmente considerando a economia de energia elétrica, lembrando os problemas enfrentados em períodos de apagão. Por outro lado, há quem defenda que o impacto da economia de energia é insignificante perto de outras medidas que poderiam ser tomadas, como o investimento em energias renováveis.
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O governo ainda não tomou uma decisão definitiva, mas a expectativa é que o anúncio seja feito em breve, já que o horário de verão, teoricamente, começaria em 15 de outubro. Dados recentes de São Paulo mostram uma redução na economia gerada pelo horário de verão em comparação a anos anteriores. A possibilidade de uma enquete pública para consultar a opinião da população também está sendo considerada.



