Experimentos com camundongos apontou redução na massa tumoral, mas em menor quantidade que a quimioterapia convencional
Nesta semana, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) divulgou resultados de pesquisas sobre a fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”.
Estudos em Camundongos
Um estudo avaliou os efeitos da substância em camundongos com melanoma. Após 16 dias de tratamento, a maior dose de fosfoetanolamina reduziu a massa tumoral em 64%. Entretanto, esse resultado é inferior ao de tratamentos convencionais, que apresentaram redução de 93% na massa tumoral. Doses menores da substância não mostraram efeitos estatisticamente relevantes.
Investimentos em Pesquisa
O MCTIC, em conjunto com o Ministério da Saúde, coordena pesquisas sobre a fosfoetanolamina, com investimento de 10 milhões de reais. Além disso, o governo do estado de São Paulo, por meio do Instituto de Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), também financia estudos sobre a substância.
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Resultados e Próximos Passos
Embora os resultados preliminares indiquem uma redução na massa tumoral, a fosfoetanolamina ainda precisa de mais pesquisas para comprovar sua eficácia e segurança como tratamento contra o câncer. Os estudos em andamento são cruciais para avaliar seu potencial terapêutico e determinar seu lugar no arsenal de tratamentos oncológicos disponíveis.


