Secretário de Turismo diz que aguarda projeto do Instituto do Trem para reformar as locomotivas
A Justiça determina que a locomotiva Maria Fumaça permaneça em Ribeirão Preto
A batalha pela Maria Fumaça
Desde dezembro de 2022, trava-se uma batalha judicial pela permanência da locomotiva Maria Fumaça em Ribeirão Preto. Um imbróglio que envolve a prefeitura, o Ministério Público Federal e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). Inicialmente, havia autorização para a locomotiva ser transferida para outras cidades, mas o Ministério Público, alegando seu valor histórico para Ribeirão Preto, entrou com ação para impedir a remoção.
O impasse e os projetos futuros
Em julho de 2023, o procurador André Mineses afirmou esperar uma decisão judicial que anule a autorização de transferência e garanta que a Maria Fumaça permaneça na cidade. A prefeitura, por sua vez, aguarda a definição do Instituto do Trem, o único órgão responsável por apresentar um projeto para a recuperação da locomotiva e a criação de um museu ferroviário ou roteiro turístico. A demora na apresentação desse projeto, somada à falta de parcerias com a iniciativa privada, dificulta os planos da prefeitura.
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O futuro da Maria Fumaça
A novela jurídica e administrativa em torno da Maria Fumaça se estende desde dezembro do ano passado. Embora o Ministério Público se posicione a favor da permanência da locomotiva em Ribeirão Preto, a falta de um projeto concreto por parte do Instituto do Trem e a necessidade de investimentos financeiros significativos criam um cenário de incerteza. O futuro da Maria Fumaça, portanto, permanece indefinido, dependendo da agilidade na apresentação de um projeto viável e da busca por recursos para sua preservação e integração ao patrimônio cultural da cidade.