A situação da iluminação pública em Ribeirão Preto entrou na mira do Ministério Público, que estabeleceu prazo de 30 dias para a empresa Conecta solucionar milhares de solicitações em atraso. A cobrança ocorre após reunião com a concessionária e a prefeitura, diante de problemas recorrentes como falta de luz e postes com funcionamento irregular em diversos pontos da cidade.
Segundo a administração municipal, há mais de mil pedidos pendentes, o que representa a maioria das reclamações registradas. A empresa alega desequilíbrio financeiro no contrato, afirmando que executou etapas sem o devido pagamento. A Prefeitura tem 40 dias para avaliar essa justificativa, enquanto o MP já sinaliza que o descumprimento do prazo pode levar à rescisão do contrato.
Moradores relatam insegurança e riscos no trânsito causados pela falta de iluminação, especialmente em vias movimentadas. Especialistas destacam que, por se tratar de um serviço essencial, a concessionária deve garantir a regularidade, sob pena de sanções. Ouça a coluna completa De Olho na Política para entender os desdobramentos do caso.