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Ministério Público comenta investigações sobre o caso Larissa Rodrigues

Promotor de justiça, Marcus Túlio Nicolino, conversa exclusivamente com a CBN Ribeirão Preto; ouça a entrevista
Ministério Público comenta investigações sobre o
Promotor de justiça, Marcus Túlio Nicolino, conversa exclusivamente com a CBN Ribeirão Preto; ouça a entrevista

Promotor de justiça, Marcus Túlio Nicolino, conversa exclusivamente com a CBN Ribeirão Preto; ouça a entrevista

O promotor de justiça Marco Stúlio Nicolino concedeu entrevista exclusiva à CBN para atualizar as informações sobre a investigação da morte por envenenamento da professora de pilates Larissa Rodríguez, Ministério Público comenta investigações sobre o, de 37 anos, em Ribeirão Preto. O caso também está relacionado à morte de Natália Garnica, de 42 anos, ocorrida em Pontal em fevereiro deste ano, inicialmente tratada como infarto, mas que passou a ser investigada como envenenamento após exumação autorizada pela Justiça.

Investigação e suspeitos: Elizabeth Arrabassa, de 68 anos, está presa sob suspeita de ter envenenado Natália Garnica, sua filha, Larissa Rodríguez, sua nora, e Luís Antonio Garnica, médico e marido de Larissa, que também é investigado por participação na morte de Natália. A polícia civil de Ribeirão Preto conduz as investigações, sob supervisão do promotor Nicolino, enquanto a Justiça de Pontal é responsável pelo caso de Natália.

Detalhes sobre as mortes: Segundo o promotor, o laudo pericial identificou diferentes princípios ativos do chumbinho nos corpos de Larissa e Natália, indicando que os envenenamentos ocorreram de formas distintas, contrariando a narrativa apresentada por Elizabeth em carta à Justiça, na qual ela sugeria que a morte de Larissa teria sido um acidente relacionado ao caso de Natália.

Andamento do inquérito e próximas etapas

O inquérito sobre a morte de Larissa está próximo do encerramento, enquanto o de Natália está apenas começando. Elizabeth e Luís devem ser ouvidos novamente na próxima semana, assim como outros familiares e pessoas próximas. O Ministério Público acompanha de perto as investigações e já possui elementos suficientes para oferecer denúncia contra Elizabeth e Luís.

Aspectos legais e posicionamentos das defesas: O promotor esclareceu que Elizabeth e Luís responderão por feminicídio, com pena mínima de 20 anos, acrescida de qualificadoras como motivo torpe, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e uso de veneno, o que pode elevar a pena para mais de 30 anos. A defesa de Luís nega culpa e afirma que ele seria a próxima vítima de Elizabeth, enquanto Elizabeth negou as acusações em carta enviada à Justiça.

Informações adicionais

O promotor também comentou a morte da cachorrinha de Natália, que ocorreu cerca de 15 dias antes da morte da dona, e que pode ter sido usada como teste para o envenenamento. Ele ressaltou que é importante aprofundar essa linha de investigação. O caso tem causado grande comoção na região e no país, devido à gravidade dos crimes e ao fato de terem ocorrido dentro do ambiente familiar.

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