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Ministério Público denuncia 10 suspeitos de integrarem quadrilha de jovens agiotas à Justiça de Franca

Investigação aponta que nos últimos três anos a organização criminosa movimentou cerca de R$ 19 milhões; Justiça analisa o caso
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Investigação aponta que nos últimos três anos a organização criminosa movimentou cerca de R$ 19 milhões; Justiça analisa o caso

Investigação aponta que nos últimos três anos a organização criminosa movimentou cerca de R$ 19 milhões; Justiça analisa o caso

Dez jovens suspeitos de integrar uma quadrilha de agiotas foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público de Franca (SP) nesta quarta-feira. De acordo com o promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Rafael Piola, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 19 milhões nos últimos três anos.

Perfil dos Suspeitos e o Financiador

A maioria dos suspeitos, identificados após a operação “Maré Alta” (deflagrada na quarta-feira passada), são jovens com alta exposição nas redes sociais. Entre eles, está Gustavo Miguelete, 29 anos, empresário apontado como um dos financiadores do esquema. Miguelete foi preso em Piracununga e sua defesa não foi localizada para comentar o caso.

Crimes e Investigações em Andamento

O grupo foi denunciado por integrar ou financiar organização criminosa, agiotagem (usura), e lavagem de dinheiro. As investigações continuam para apurar possíveis crimes de extorsão, ameaça e tortura contra as vítimas, que podem resultar em uma segunda denúncia.

Situação dos Envolvidos

O Tribunal de Justiça (TJ) confirmou o recebimento da denúncia e informou que ela está em análise. Dos suspeitos presos durante a operação, apenas uma mulher grávida foi liberada. Os demais seguem presos. A denúncia pede a conversão da prisão temporária (de cinco dias) para preventiva para alguns dos envolvidos, enquanto outros cumprirão medidas cautelares.

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