CBN Ribeirão 90,5 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Ministério Público quer identificar origem de material tóxico descartado na comunidade Mario Covas

Equipe composta por agentes do Gaema e do MP investigam o caso para identificar e punir os responsáveis pela irregularidade
material tóxico descartado
Equipe composta por agentes do Gaema e do MP investigam o caso para identificar e punir os responsáveis pela irregularidade

Equipe composta por agentes do Gaema e do MP investigam o caso para identificar e punir os responsáveis pela irregularidade

Vazamento de amônia em Ribeirão Preto deixa moradores preocupados e Ministério Público investiga descarte irregular

Preocupação na comunidade

Um incidente ocorrido no início do mês na comunidade Mário Covas, em Ribeirão Preto, causou grande preocupação entre os moradores. O vazamento de amônia em um terreno provocou a dispersão do produto no ar, afetando a saúde e obrigando mais de 400 famílias a deixarem suas casas. Vídeos do ocorrido foram analisados, e a presença de amônia no local foi confirmada pela CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).

Investigação e ações do Ministério Público

O Ministério Público, por meio do Gaema (Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente), investiga o caso para punir os responsáveis pelo descarte irregular da amônia. A promotora Claudia Habibi acompanha as investigações e aguarda a finalização do laudo da CETESB. A promotoria considera a situação grave, afirmando que vidas poderiam ter sido comprometidas, principalmente se pessoas com saúde debilitada estivessem presentes. Uma equipe da promotoria deve ir ao local para definir ações de minimização dos impactos aos moradores. Está prevista uma audiência com a prefeitura e a CETESB para discutir ações de proteção à população e ao meio ambiente.

Ações da prefeitura e próximos passos

A prefeitura de Ribeirão Preto afirma ter recebido o laudo da CETESB e que analisará o resultado para definir o descarte adequado do produto. O material foi aterrado com mais de 40 caminhões de terra, mas o local permanece isolado. Mesmo assim, moradores relatam sentir o cheiro forte da amônia em dias mais quentes, causando dores de cabeça, olhos secos e irritação na garganta. Os moradores cobram soluções rápidas da prefeitura e do Corpo de Bombeiros para solucionar o problema e garantir a segurança da comunidade. O Ministério Público também busca identificar o causador do incidente.

Veja também

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.