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Ministério Público recorre para aumentar pena aplicada a réus do caso Núbia Ribeiro

Lauany do Prado e Leonardo Cantieri foram condenados a 13 anos de prisão; Ítalo Vinícius Neves também foi condenado
Caso Núbia Ribeiro
Lauany do Prado e Leonardo Cantieri foram condenados a 13 anos de prisão; Ítalo Vinícius Neves também foi condenado

Lauany do Prado e Leonardo Cantieri foram condenados a 13 anos de prisão; Ítalo Vinícius Neves também foi condenado

Caso Núbia: Justiça recorre de sentença

O Ministério Público recorreu da sentença proferida na quinta-feira, 23 de novembro de 2023, que condenou três pessoas pelo assassinato de Núbia, jovem de 21 anos morta em Franca em 2017. A promotoria considerou a pena aplicada aos réus muito branda.

Inconformismo com a pena

O promotor Odilon Neri Comodaro explicou à CBN que, apesar da condenação ter sido alcançada, a pena não reflete a gravidade do crime. Ele destacou a brutalidade do assassinato, incluindo a queima da jovem enquanto ainda viva, e a existência de uma trama previamente planejada. Para o Ministério Público, as circunstâncias do crime justificam uma pena mais severa, incluindo a modificação dos critérios para progressão de regime.

Condenações

Leonardo Gonçalves Cantieri e Luane Viodres do Prado foram condenados a 13 anos de prisão em regime fechado por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Ítalo Neves recebeu uma pena de 7 anos e meio por homicídio. O Ministério Público espera que o recurso leve a uma revisão da sentença e a um aumento das penas.

O caso de Núbia chocou Franca pela sua violência extrema. A decisão do Ministério Público de recorrer demonstra a busca por justiça e uma punição mais condizente com a crueldade do crime cometido.

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