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Modelo de gestão sem chefia? Modalidade tem ganhado força pós-pandemia

Especialistas acreditam que a iniciativa acelera as tomadas de decisão; ouça a coluna 'CBN Empreende' com Clayton Guimarães
gestão sem chefia
Especialistas acreditam que a iniciativa acelera as tomadas de decisão; ouça a coluna 'CBN Empreende' com Clayton Guimarães

Especialistas acreditam que a iniciativa acelera as tomadas de decisão; ouça a coluna ‘CBN Empreende’ com Clayton Guimarães

O modelo de gestão sem chefes, também conhecido como modelo Tio, tem se mostrado uma alternativa promissora para empresas no pós-pandemia. Adotado por startups e empresas de tecnologia, esse sistema busca acelerar a tomada de decisão e aumentar a produtividade, aproveitando as mudanças de comportamento do trabalho remoto.

Como funciona o modelo Tio?

Diferente das estruturas hierárquicas tradicionais, o modelo Tio se baseia na autogestão e na descentralização. As equipes trabalham de forma autônoma, definindo metas e responsabilidades de forma colaborativa. A empresa foca em criar um ambiente de trabalho seguro e estimulante, onde os colaboradores se sintam livres para inovar e se desenvolver. A cobrança por resultados é feita por meio da entrega de metas e da demonstração de progresso, incentivando a criatividade e a busca por melhorias contínuas.

Principais pilares do modelo Tio

Três pilares sustentam esse modelo: autogestão, plenitude do trabalho e propósito. A autogestão, como já mencionado, é a base da descentralização. A plenitude se refere à integração completa dos colaboradores em seus papéis, com responsabilidades claras e um ambiente que favoreça o seu pleno desenvolvimento. Por fim, o propósito une a equipe em torno dos objetivos da empresa, incentivando a proatividade e a inovação.

Resultados e Adaptação

Empresas que adotam o modelo Tio relatam ganhos em rapidez, eficiência e engajamento dos colaboradores. A maior liberdade e o foco no propósito resultam em maior produtividade e satisfação. Embora a adaptação possa ser um desafio, principalmente para empresas tradicionais, o modelo é aplicável a empresas de todos os portes, desde que haja um comprometimento com a valorização das pessoas, a organização em torno de um propósito claro e a utilização de tecnologias que facilitem a comunicação e a colaboração. A flexibilidade e a responsabilidade compartilhada são cruciais para o sucesso dessa abordagem.

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