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Morador da Vila Tibério pede o recolhimento de pedras, mas Prefeitura finaliza queixa sem executar serviço

Empresário fez a reclamação no Serviço de Atendimento ao Munícipe, pelo 156; Executivo prometeu enviar uma equipe
recolhimento de pedras
Empresário fez a reclamação no Serviço de Atendimento ao Munícipe, pelo 156; Executivo prometeu enviar uma equipe

Empresário fez a reclamação no Serviço de Atendimento ao Munícipe, pelo 156; Executivo prometeu enviar uma equipe

Reclamação simples que virou novela: morador reclama de pedras na calçada e serviço não realizado.

Pedras na calçada causam risco à população

Um morador da Vila Tibério, em Ribeirão Preto, reclama da ineficiência do SAM (Serviço de Atendimento ao Munícipe) após solicitar a remoção de pedras da calçada na esquina da Rua Luiz da Cunha com a Rua Padre Feijó. Segundo o microempresário Antônio Vila, as pedras representavam um risco para pedestres, principalmente crianças e idosos.

Reclamação ignorada pelo SAM

Antônio fez a reclamação pelo telefone 156 em outubro de 2021. A prefeitura respondeu em 27 de outubro, informando que o serviço havia sido executado. No entanto, ao verificar o local, Antônio constatou que as pedras permaneciam no mesmo lugar. Mesmo após novo contato em 9 de novembro, relatando a situação, as pedras não foram removidas. Em resposta recente, a prefeitura alegou que o chamado foi encerrado por tempo decorrido, não por execução do serviço.

Prefeitura promete solução, mas questionamentos permanecem

Após a denúncia da CBN Ribeirão, o Departamento de Limpeza Urbana informou que a remoção das pedras foi realizada em outubro de 2021. Porém, diante da constatação de que as pedras ainda estão lá, a prefeitura prometeu enviar uma equipe ao local. A falta de clareza e a discrepância entre a informação da prefeitura e a realidade levantam questionamentos sobre a eficácia do SAM e a segurança das informações prestadas aos munícipes. A reportagem solicitou dados sobre o número de atendimentos diários do SAM, mas a informação ainda não foi disponibilizada.

O caso de Antônio Vila expõe falhas no sistema de atendimento à população. A falta de resposta efetiva e a informação equivocada sobre a execução do serviço geram desconfiança e demonstram a necessidade de melhorias no sistema para garantir que as reclamações sejam atendidas com eficiência e transparência. A pergunta que fica é: quantos outros chamados são encerrados sem que o serviço seja realmente realizado?

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