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Moradores de comunidade acampam em frente à Prefeitura de Ribeirão por medo de despejo na Vila Albertina

Moram na Nova Vila União cerca de 1,2 mil pessoas; grupo pede um plano habitacional para realocar essas pessoas
despejo Vila Albertina
Moram na Nova Vila União cerca de 1,2 mil pessoas; grupo pede um plano habitacional para realocar essas pessoas

Moram na Nova Vila União cerca de 1,2 mil pessoas; grupo pede um plano habitacional para realocar essas pessoas

Moradores da comunidade Nova Vila União, em Ribeirão Preto, acampam em frente à prefeitura em protesto por moradia.

O protesto

Desde ontem, mais de 100 famílias da comunidade Nova Vila União, localizada na zona norte de Ribeirão Preto, protestam em frente à prefeitura. Aproximadamente 1.200 pessoas reivindicam uma solução para a ameaça de despejo de suas casas e pedem uma posição da administração municipal sobre um estudo de urbanização da área, cujo prazo, segundo os moradores, já teria expirado. O líder comunitário, Alasibil, afirma que a comunidade busca diálogo e uma solução justa para a questão habitacional.

A reivindicação

O protesto se baseia na necessidade de moradia digna para as famílias. Os moradores alegam que um projeto de urbanização foi protocolado em 2021, mas ainda não houve avanço. Eles questionam a inércia da prefeitura, considerando o prazo de três meses para análise do estudo, previsto em lei. Além disso, a prorrogação da lei do despejo zero até junho de 2024 não resolve a situação específica da comunidade, que vive sob a ameaça da reintegração de posse. A falta de um plano habitacional para baixa renda em Ribeirão Preto agrava a situação, e os moradores cobram o direito constitucional à moradia.

A resposta da prefeitura

A prefeitura de Ribeirão Preto, em nota, afirma utilizar mecanismos legais para garantir a dignidade social das famílias em situação de vulnerabilidade, aderindo a programas governamentais e buscando alternativas como a implementação de lotes urbanizados. Afirma também manter contato com representantes das comunidades urbanas informais. No entanto, até o momento da publicação desta reportagem, não houve nenhum contato oficial com os manifestantes.

O protesto permanece pacífico, com os moradores acampados em frente à prefeitura, aguardando uma resposta e o diálogo com representantes da administração municipal. A situação demonstra a urgência de uma solução para a questão habitacional na cidade, garantindo moradia digna para as famílias afetadas.

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