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Moradores de comunidades seguem acampados na esplanada do Palácio Rio Branco

Grupo é contra as reintegrações de posse e pede uma reunião com a Prefeitura; cerca de 11 mil pessoas vivem em áreas irregulares
Acampamento Palácio Rio Branco
Grupo é contra as reintegrações de posse e pede uma reunião com a Prefeitura; cerca de 11 mil pessoas vivem em áreas irregulares

Grupo é contra as reintegrações de posse e pede uma reunião com a Prefeitura; cerca de 11 mil pessoas vivem em áreas irregulares

Moradores de Ribeirão Preto realizam protesto em frente à Prefeitura

Segundo dia de manifestação

Desde ontem, cerca de 60 pessoas acampam em frente ao Palácio Rio Branco, sede da Prefeitura de Ribeirão Preto, em protesto contra as reintegrações de posse anunciadas em diversas comunidades da cidade. Os manifestantes, que incluem famílias com crianças e idosos, passaram a noite no local e reivindicam uma conversa direta com a prefeita, Dra. Arte Nogueira, para negociar a realocação após as possíveis remoções.

Tentativa de Negociação e Recusa

Houve uma tentativa de negociação entre os manifestantes e o assessor da Casa Civil, Marcos Vinicius Moreira. O assessor propôs uma reunião com as lideranças na sexta-feira às 17h, em troca da desocupação do Palácio Rio Branco. No entanto, a proposta foi rejeitada, e os manifestantes afirmam que permanecerão no local até serem atendidos pela prefeita.

Ação da Prefeitura e Órgãos Públicos

A Guarda Civil Municipal acompanha a manifestação, garantindo a segurança do prédio público e evitando danos ao patrimônio. A Secretaria de Educação está realizando um levantamento das crianças presentes para garantir o acompanhamento escolar. A Prefeitura, por meio de nota, informou não ter agendado nenhuma reunião com a prefeita para tratar do assunto. O secretário de planejamento, Edson Ortega, em entrevista anterior à CBN, explicou que a cidade possui 96 comunidades irregulares, das quais 49 serão regularizadas, enquanto as demais estão em áreas impróprias para moradia. Ele também destacou que a responsabilidade pelas reintegrações de posse em ocupações recentes cabe à justiça. Apesar do clima tenso, as atividades comerciais na região seguem normalmente.

A situação permanece em impasse, com os manifestantes decididos a permanecer no local até serem atendidos pela prefeita. Acompanharemos os desdobramentos desta manifestação.

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