Populares alegam estar sem moradia
Cerca de 180 famílias de Ribeirão Preto, que já residem nas proximidades do Aeroporto Leite Lopes, estão envolvidas em um protesto na Avenida Recife. O grupo alega buscar melhores condições de moradia e ocupar uma área particular pertencente a uma construtora.
A Situação no Local
A repórter Marisa Fernandes acompanhou a movimentação no local, que incluiu a presença de viaturas da Polícia Militar. Segundo relatos, as famílias pretendem construir moradias improvisadas na área, apesar de ser propriedade privada. A polícia foi acionada para verificar a situação, mas enfrenta dificuldades em remover as pessoas, uma vez que a proprietária ainda não formalizou a reivindicação da posse.
Ação da Polícia Militar
De acordo com o Capitão de Routes da Polícia Militar, a orientação dada ao advogado da construtora é que se entre com uma ação judicial para garantir a posse do terreno e evitar futuras invasões. A polícia também alertou os manifestantes sobre a ilegalidade da construção de barracos no local, sujeitos à destruição em caso de reintegração de posse autorizada pela justiça.
Reivindicações dos Manifestantes
Um dos líderes do movimento, identificado como Bras, alega que a área onde vivem atualmente é inadequada, com problemas como proliferação de ratos e insegurança. Ele argumenta que o terreno em questão está abandonado, sendo utilizado para descarte de lixo e como esconderijo por criminosos. Os manifestantes insistem em permanecer no local, mesmo sabendo que é uma propriedade particular, alegando que a área não está devidamente cercada ou utilizada.
A situação permanece indefinida, e o desenrolar dos acontecimentos será acompanhado de perto.



