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Moradores denunciam falta de medicamentos na Distrital Norte de Ribeirão

Mesmo com farmácia na unidade, moradores relataram falta de paracetamol e dipirona
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Mesmo com farmácia na unidade, moradores relataram falta de paracetamol e dipirona

Mesmo com farmácia na unidade, moradores relataram falta de paracetamol e dipirona

Reclamações de moradores sobre a falta de medicamentos na rede municipal de saúde de Ribeirão Preto têm gerado polêmica. Segundo informações da jornalista Michele Souza, a situação se agravou após a desativação da Distrital Norte, com a inauguração da UPA Norte.

Falta de Medicamentos na Distrital Norte

Após a inauguração da UPA Norte, a farmácia da antiga Distrital Norte passou a ser o único local para retirada de medicamentos pelos moradores da região. No entanto, relatos apontam para a falta de remédios essenciais, como paracetamol e dipirona. De acordo com moradores entrevistados pela repórter, a situação é crítica, afetando diretamente aqueles que dependem do serviço público para acesso a medicamentos básicos. Um dos entrevistados, desempregado, relatou a dificuldade em conseguir os remédios necessários, enquanto outro, porteiro, confirmou a falta de paracetamol e dipirona na unidade.

Moradores de Rua na Antiga Distrital Norte

A situação é ainda mais preocupante devido à presença de moradores de rua na marquise e entrada da antiga Distrital Norte. A repórter Michele Souza observou seis pessoas em situação de rua no local. A prefeitura, em resposta às questionamentos da CBN, informou que a Secretaria de Assistência Social enviará uma equipe do Centro Especializado de Abordagem Social (CEAS) para oferecer acolhimento, mas ressaltou que o serviço não é coercitivo.

Resposta da Prefeitura e Queda de Braço

Em resposta às denúncias, a prefeitura de Ribeirão Preto negou a falta de medicamentos, afirmando que o estoque pode ser consultado no aplicativo “Saúde Digital”. Essa resposta contrasta com os relatos dos moradores que afirmam não ter encontrado os remédios nas unidades. A situação demonstra um conflito de informações entre a prefeitura e a população, levantando questionamentos sobre a transparência e a eficácia do sistema de saúde municipal. A falta de medicamentos, aliada à presença de moradores de rua na antiga unidade de saúde, expõe fragilidades no sistema de saúde e assistência social da cidade.

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