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Moradores do bairro Jamil Cury acreditam que os ônibus do transporte estejam rachando as paredes das casas

Com o grande fluxo de coletivos o solo vibra e afeta a estrutura das residências; Prefeitura vai enviar uma equipe ao local
rachaduras nas paredes
Com o grande fluxo de coletivos o solo vibra e afeta a estrutura das residências; Prefeitura vai enviar uma equipe ao local

Com o grande fluxo de coletivos o solo vibra e afeta a estrutura das residências; Prefeitura vai enviar uma equipe ao local

Moradores do bairro Jamil Curie, na zona oeste de Ribeirão Preto, enfrentam problemas com rachaduras em suas casas, que eles atribuem à passagem constante de ônibus por ruas do bairro. Segundo relatos, o problema já dura pelo menos um ano, com a rua Pedro Freitas Alves sendo o local mais crítico.

Vibrações e Rachaduras

O tremor sentido pelas casas ao passarem os ônibus é relatado pelos moradores. As rachaduras aparecem tanto em muros externos quanto em paredes internas das residências. Um morador descreveu o agravamento das rachaduras ao longo do tempo, mesmo após reparos. A suspeita é de que o solo arenoso do bairro contribua para o problema, aumentando o medo de desabamentos.

Investigação e Preocupações

Além das casas, o asfalto da rua Pedro Freitas Alves e outras vias do Jamil Curie apresentam trincas e buracos. Recentemente, houve o rompimento de uma tubulação de água próxima ao mirante do bairro. A Transerp informou não haver estudos para mudança de rota dos ônibus, enquanto a Secretaria da Infraestrutura prometeu vistoria e diálogo com os moradores.

Situação em Andamento

A situação no bairro Jamil Curie permanece preocupante para os moradores, que aguardam providências das autoridades para solucionar o problema das rachaduras e garantir a segurança de suas casas.

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