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Moradores do Cristo Redentor protestam pela abertura do acesso ao Parque dos Pinus

Manifestantes querem a liberação do via, que segue interditada sem motivo; local já registrou graves acidentes
Parque dos Pinus
Manifestantes querem a liberação do via, que segue interditada sem motivo; local já registrou graves acidentes

Manifestantes querem a liberação do via, que segue interditada sem motivo; local já registrou graves acidentes

Moradores do Cristo Redentor promovem protesto contra bloqueio de acesso ao Parque dos Pinos

Acesso bloqueado e riscos à segurança

Um protesto interditou o acesso ao Parque dos Pinos, deixando moradores do Cristo Redentor indignados. A via bloqueada, que dá acesso à Avenida Estevão Melini, leva aos bairros Parque dos Pinos, Jairim, Eitouir e Rikon. A interdição, de motivos ainda desconhecidos pelos manifestantes, gerou grande preocupação, principalmente após um recente acidente fatal envolvendo um motociclista no mesmo local. Os moradores relatam inúmeros acidentes e pedem providências imediatas.

Jogo de empurra-empurra entre órgãos públicos

O morador e representante da Associação dos Moradores, Dário Carvalho, explica que o fechamento da via ocorreu após a construção de um empreendimento. A responsabilidade pela abertura da via é alvo de um jogo de empurra-empurra entre a prefeitura, a Arthesp, a Provita e a construtora responsável pela obra. A falta de solução definitiva aumenta o perigo para quem utiliza o trecho. Ricardo Ferreira Rodrigues, eletricista e morador da região, destaca a necessidade da liberação da via para facilitar o trânsito e evitar acidentes. Diego Rodrigo, outro morador, relata que sua esposa já sofreu um acidente no local e que a situação se tornou insustentável.

Prefeitura e concessionária divergem sobre responsabilidades

A prefeita atribui a responsabilidade à concessionária Entrevias, que administra o Anel Viário Norte. Por sua vez, a concessionária aponta a construtora Vita como responsável, enquanto a construtora afirma que a responsabilidade é compartilhada entre Entrevias e Arthesp. A falta de consenso entre os órgãos públicos deixa os moradores em situação de vulnerabilidade, sem uma solução à vista para o problema que afeta diretamente sua segurança e mobilidade. O protesto demonstra a crescente insatisfação da população com a inércia das autoridades diante de uma situação que já causou vítimas.

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