Origem do problema seria um depósito de rejeitos da fabricação do asfalto, do outro lado da Rodovia Alexandre Balbo
Moradores do bairro Eitor-Rigon, em [Nome da Cidade], estão sofrendo com um forte cheiro de fumaça que invade suas casas, obrigando-os a manter portas e janelas fechadas. A situação, que se arrasta há anos, vem causando diversos problemas de saúde, principalmente respiratórios.
Problemas Respiratórios e Incômodo Constante
O incômodo é relatado por diversos moradores, incluindo Mardecômes e sua esposa, Amaral Barbosa, que descrevem a situação como insuportável. Felipe Neri, Prisco e Idreelle Pereira da Silva relatam que o cheiro forte, que aparece várias vezes ao dia, afeta principalmente sua filha de três anos, causando problemas respiratórios. A moradora Rossana Araujo, que está grávida, afirma que o odor forte está lhe causando dores de cabeça.
Décadas de Reclamações e Impasse com as Autoridades
As reclamações sobre o mau cheiro começaram em 2008/2009, segundo relatos de moradores como Justino Júnior. Tentativas de solucionar o problema foram feitas ao longo dos anos, mas sem sucesso. O cheiro intenso, descrito como um odor químico forte, às vezes chega a lembrar a sensação de incêndio, afetando também bairros vizinhos como Parque dos Pinheiros, Jardim Maria Lúdiz e Maria Nova Ribeirão.
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Crime Ambiental e Soluções em Impasse
A origem do problema está localizada do outro lado da rodovia Alexandre Balbo, onde há piscinas com rejeitos de fabricação de asfalto, resultado de um crime ambiental constatado na década de 60. Embora a prefeitura tenha feito fiscalizações na época, os rejeitos permanecem no local. Tentativas de cobrir os rejeitos com entulhos da construção civil foram feitas, mas o problema persiste. A empresa responsável pelo descarte faliu, deixando a solução em impasse e a população a aguardar uma solução definitiva para o problema.
A situação demonstra a necessidade urgente de uma solução definitiva para o problema da poluição ambiental no bairro Eitor-Rigon, garantindo a saúde e o bem-estar dos moradores.



