Chefe da Guarda Civil Metropolitana afirma que alguns órgãos de fiscalização não funcionam 24 horas por dia
Ribeirão Preto e outros 25 municípios da região enfrentam desafios na fiscalização das medidas de combate à Covid-19, mesmo com a cidade na fase amarela do Plano São Paulo. A ocupação máxima permitida em estabelecimentos comerciais é de 40%, com funcionamento limitado a 10 horas diárias, mas o cumprimento dessas regras não é uniforme.
Fiscalização e Autuações
Apesar da fiscalização contínua da Guarda Civil Metropolitana, o atendimento não é 24 horas, o que resulta em autuações posteriores para estabelecimentos que descumprem as medidas. O chefe da Guarda, Domingos Fortuna, explica que as denúncias são averiguadas e que as sanções podem variar, incluindo a lacração do estabelecimento em casos mais graves.
Recursos e Desafios
Questionado sobre a suficiência do efetivo da Guarda para uma cidade com mais de 700 mil habitantes, Domingos Fortuna afirmou que todo o esforço necessário está sendo empregado no combate à Covid-19. A prefeitura informa que a cidade conta com 229 guardas, divididos entre patrulhamento e funções administrativas. A Vigilância Sanitária destaca que as autuações mais comuns são relacionadas ao não uso de máscaras, com multas de até R$ 5.000 por cliente.
A população pode contribuir denunciando irregularidades pelos telefones 153 (Guarda Civil Metropolitana) ou 190 (Polícia Militar). As denúncias são encaminhadas aos órgãos competentes para as devidas autuações, que podem incluir a lacração e cassação de alvarás. Guardas e policiais militares trabalham para conter a disseminação do vírus na cidade.



