Ele tinha 67 anos e nasceu em Sertãozinho; o profissional passou pela EPTV, TV Globo, Rádio Globo, TV Cultura e ESPN
Morre aos 67 anos o jornalista esportivo Luís Alberto Wolpe
Carreira brilhante
Luís Alberto Wolpe, conhecido como Beto Wolpe, faleceu na noite de terça-feira em São Paulo após uma parada cardiorrespiratória. Sua trajetória na comunicação começou em Cetãozinho, com uma breve passagem pelo jornal Momento Atual, fundado por seu irmão Mirinho Wolpe. De lá, seguiu para a IPTV em Ribeirão Preto, antes de se estabelecer em São Paulo, onde trabalhou em veículos de grande expressão como Rádio Globo, TV Globo, SBT e TV Cultura. Na TV Cultura, apresentou o programa Grandes Momentos do Esporte, e posteriormente integrou a primeira geração de jornalistas da ESPN Brasil, de 1995 a 2015, atuando como editor, repórter e apresentador. Sua voz marcante ficou gravada na memória do público em documentários como Histórias do Esporte e em programas como 30 Minutos e SportsCenter.
Colegas e amigos lamentam a perda
Diversos colegas de profissão prestaram suas homenagens. João Palomino, jornalista e ex-vice-presidente de jornalismo e produção da ESPN, destacou a sensibilidade e a capacidade de síntese de Wolpe, lembrando-o como alguém que, com poucas palavras, conseguia resumir o essencial. João Fagiolo, editor do Globesport e comentarista da CBN, enfatizou tanto a troca de experiências profissional quanto o lado humano e descontraído do amigo. Lilian Wolpe, sobrinha de Beto e jornalista, descreveu-o como um “doce de pessoa”, amoroso e divertido.
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Legado duradouro
Beto Wolpe deixa um legado significativo no jornalismo esportivo brasileiro, marcado por profissionalismo, sensibilidade e uma voz inconfundível. Sua memória será lembrada com carinho por familiares, amigos e admiradores. O velório ocorreu no velório do Araçá, em São Paulo, e o sepultamento no cemitério Papa Paulo VI, em Cetãozinho.


