Fenômeno destruiu todo o teto da escola que assistia 25 crianças na cidade de Dondo; desastre já matou mais de 750 pessoas
O ciclone tropical Dai atingiu Moçambique em 14 de março, causando estragos significativos com ventos superiores a 170 km/h e fortes chuvas. A passagem do ciclone provocou inundações generalizadas e danificou milhares de casas, principalmente nas cidades de Beira e Dondo.
Destruição em Dondo e o Impacto em uma Escola Local
Em Dondo, segunda maior cidade da província de Sofala, o ciclone deixou um rastro de destruição. De acordo com informações da RTP de Portugal, cerca de 13 mil casas foram totalmente devastadas e outras 4 mil parcialmente destruídas. Entre os prédios afetados, está uma escola construída em 2017 pela engenheira Fernanda Martins, moradora de Morro Agudo. O projeto, iniciado em 2012 com recursos próprios e doações, oferecia ensino básico, pré-alfabetização, atendimento médico e duas refeições diárias para 25 crianças.
A Reconstrução e o Apelo por Ajuda
O ciclone interrompeu as atividades da escola ao danificar o muro e o telhado, que estavam em fase de reforma para ampliação do projeto. Fernanda busca atrásra levantar aproximadamente 10.000 reais para reconstrução do prédio, um custo significativo considerando os recursos já investidos. Apesar dos prejuízos materiais, nenhuma criança ou membro da equipe sofreu ferimentos graves. O custo mensal para manter as atividades da escola é de 1.700 reais.
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A tragédia em Moçambique, que também afetou as cidades de Malaú e Peluzimbabo, resultou em mais de 700 mortes e afetou 1,85 milhão de pessoas, segundo a ONU. Um grupo de 20 bombeiros brasileiros que participaram dos trabalhos de resgate em Brumadinho embarcou para Moçambique para auxiliar nas operações de resgate e assistência à população. Para ajudar o projeto de Fernanda Martins, entre em contato pelo número (16) 99125-2806.



