Craque revelado no Botafogo fez história no Pantera, Corinthians e na Seleção
Nove anos se passaram desde que o futebol brasileiro e mundial perderam um de seus maiores gênios: Sócrates. O Doutor da Bola, como era conhecido, faleceu em 4 de dezembro de 2011, aos 57 anos, vítima de choque séptico.
Uma trajetória brilhante dentro e fora de campo
Sócrates transcendeu os gramados. Sua postura política, marcante nos anos 80 e 90, influenciou o cenário brasileiro. Revelado no Botafogo, brilhou no Corinthians e na Seleção Brasileira, deixando sua marca em diversos clubes. Sua estreia no Botafogo, em jogo contra a Ferroviária, é lembrada até hoje pela demonstração de seu talento nato, com um calcanhar memorável. Além de sua carreira como jogador, Sócrates chegou a ser secretário de esportes em Ribeirão Preto e se formou em medicina pela USP de Ribeirão Preto, conciliando brilhantemente suas paixões.
O legado de um gênio
Sócrates era um jogador extraordinário, tecnicamente impecável. Sua participação na Democracia Corintiana é um marco na história do futebol. Apesar de seus problemas com bebida e fumo, seu talento inegável o consagrou como um dos maiores. Sua genialidade se manifestava tanto dentro de campo, com a bola nos pés, quanto fora dele, com suas posições políticas e sua formação acadêmica. A Seleção Brasileira de 1982, da qual fez parte, é considerada por muitos uma das melhores tecnicamente de todos os tempos, apesar da derrota para a Itália naquela Copa.
Saudade do Magrão
A ausência de Sócrates ainda é sentida no mundo do futebol e na política brasileira. Nove anos sem o Magrão, um gênio que deixou um legado inesquecível, tanto pela sua maestria no futebol quanto pela sua atuação na sociedade. Suas contribuições para o esporte e para o país são lembradas com admiração e respeito.



