Jovem foi atropelado durante protestos em 2013 em Ribeirão Preto; acusado do crime ainda não foi julgado
Cinco anos após a morte do estudante Marcos Delefratti, atropelado durante protestos em Ribeirão Preto, o caso ainda não foi a julgamento, gerando angústia na família.
A espera por justiça
A demora no processo judicial tem causado sofrimento à família de Marcos, que esperava um julgamento no ano passado. A mãe do jovem expressou o cansaço emocional diante da espera incessante por um resultado que ainda não chegou.
Tramitação lenta e recursos da defesa
O promotor Marcos Túlio Nicolino atribui o atraso a recursos da defesa do acusado, Alessandro Ischissato, como o pedido de desaforamento. Ele acredita que o julgamento deve ocorrer nos próximos 60 dias. A defesa, por sua vez, representada pelos advogados Ischissato e Wagner Simões, se mostra confiante na absolvição do cliente, alegando que a morte não foi causada por ato dele. A advogada da família, entretanto, defende que o julgamento ocorra em Ribeirão Preto, para que a população local, testemunha dos fatos, possa participar do processo.
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Um futuro incerto
O promotor defende uma pena elevada para o acusado, que impossibilitaria a progressão de regime caso condenado. Cinco anos após a tragédia, a família de Marcos Delefratti continua buscando justiça e um fechamento para esse capítulo doloroso de suas vidas.



