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Morte por febre amarela liga o alerta em Ribeirão Preto

Primeiro óbito pela doença em 2017 fez secretarias Estadual e Municipal adotarem medidas de combate e prevenção ao vírus
febre amarela
Primeiro óbito pela doença em 2017 fez secretarias Estadual e Municipal adotarem medidas de combate e prevenção ao vírus

Primeiro óbito pela doença em 2017 fez secretarias Estadual e Municipal adotarem medidas de combate e prevenção ao vírus

Um homem de 52 anos morreu em Ribeirão Preto vítima de febre amarela, doença confirmada após exames no Instituto Adolfo Lutz. A vítima, que não estava com a vacinação em dia, faleceu no dia 26 de dezembro, após quatro dias internado no Hospital das Clínicas.

Alerta da Secretaria de Saúde

O secretário de saúde, Brunis Carpelini, anunciou o resultado dos exames e alertou sobre a circulação do vírus na região. Segundo ele, a vítima morava próxima à mata de Santa Teresa e pode ter sido infectada por um mosquito silvestre. A proximidade com a mata, combinada com a falta de vacinação, contribuíram para o contágio. O secretário ressaltou a importância da vacinação, mesmo para moradores distantes de áreas de mata, considerando atividades como visitas a ranchos e chácaras nos finais de semana.

Prevenção e Combate ao Mosquito

Carpelini enfatizou a necessidade da população intensificar o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela, além de procurar unidades de saúde. Ele destacou que, embora o poder público realize ações de prevenção, a responsabilidade pela limpeza de quintais e domicílios é individual. A Secretaria de Saúde monitora a situação através de exames em macacos encontrados mortos, buscando identificar a circulação do vírus na região.

Vigilância e Medidas de Controle

No ano passado, dois macacos foram encontrados mortos com febre amarela em Ribeirão Preto, um deles na área central da cidade. Após a confirmação da morte do homem, a região da Mata de Santa Teresa e os locais onde os macacos foram encontrados receberam ações de bloqueio para conter o avanço da doença. A Secretaria de Saúde orienta a população a evitar o contato com animais doentes ou mortos e notificar as autoridades em caso de encontrar algum macaco nessas condições. A vigilância contínua em macacos é crucial para monitorar a circulação do vírus e implementar medidas de controle eficazes.

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