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Morte por retroescavadeira: desafetos brigavam desde 2014 e chegaram a ser suspensos do trabalho

Suspeito do assassinato fugiu do local do crime e segue foragido; Polícia investiga se o crime foi premeditado
Morte por retroescavadeira
Suspeito do assassinato fugiu do local do crime e segue foragido; Polícia investiga se o crime foi premeditado

Suspeito do assassinato fugiu do local do crime e segue foragido; Polícia investiga se o crime foi premeditado

Um crime brutal chocou São Carlos e o país: o assassinato de Iabel Garcia da Silva, de 41 anos, por um ex-colega de trabalho, Milton César Magalhães, de 44 anos. O crime, ocorrido na manhã de ontem, teve repercussão nacional devido à violência extrema empregada pelo assassino.

O crime

Magalhães, operador de retroescavadeira no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de São Carlos, esperou a vítima chegar para o trabalho e, com a máquina, a atropelou diversas vezes. O crime foi registrado por câmeras de segurança, mostrando a brutalidade do ato. Após o crime, Magalhães fugiu, abandonando a retroescavadeira a cerca de 2 quilômetros do local do homicídio. Ele é considerado foragido.

Antecedentes e Investigação

A vítima e o assassino trabalhavam juntos desde 2009 no SAAE. Em 2014, uma desavença entre ambos resultou em suspensão de 30 dias para cada um. As brigas, segundo apuração da reportagem, eram recorrentes, mesmo após o ocorrido em 2014. A polícia investiga as motivações do crime. Aguardam-se informações sobre a localização do suspeito. A reportagem conversou com investigadores e com um advogado que foi procurado pela família do suspeito, mas ainda não há contato com Magalhães.

Reação e Consequências

O SAAE informou que, após o incidente de 2014, os funcionários passaram a trabalhar em horários opostos para evitar contato. Apesar disso, a empresa não tinha conhecimento da continuidade das desavenças. O velório de Iabel Garcia da Silva ocorreu na noite de ontem em São Carlos, sendo o corpo posteriormente trasladado para sua cidade natal, São João Batista da Glória (MG), a cerca de 300 quilômetros de São Carlos. As imagens do crime, embora chocantes, foram compartilhadas de forma editada nas redes sociais da CBN, devido à sua extrema violência.

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