Agentes da RP Mobi faziam a fiscalização, quando o equipamento foi arrastado; após ser preso, o homem confessou o furto
A relação entre motoristas e radares em Ribeirão Preto é, no mínimo, complexa. Recentemente, um caso chamou atenção: um jovem de 18 anos furtou um radar da RP Mob, avaliado em R$ 120 mil, da Avenida Marechal Costa e Silva.
Roubo de Radar: O Caso Recente
O jovem, pilotando uma moto, arrancou o equipamento do tripé e fugiu. A Guarda Civil, acionada após a placa da moto ser anotada, encontrou o radar abandonado em um terreno próximo à casa do suspeito. Preso em flagrante, ele permanece detido por falta de pagamento de fiança (R$ 12 mil).
Reações à Fiscalização: Da Violência à Indignação
Este não é um caso isolado. Em 2016, na mesma avenida, um vídeo circulou na internet mostrando um indivíduo destruindo um radar com um pedaço de pau. Embora a prática de esconder radares atrás de árvores seja ilegal, a violência contra os equipamentos demonstra a insatisfação de alguns motoristas com a fiscalização.
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Reflexões sobre Fiscalização e Educação no Trânsito
A discussão sobre a melhor forma de fiscalizar o trânsito vai além dos radares. A compra e aluguel desses equipamentos, financiados com impostos, geram questionamentos. Alternativas como engenharia de tráfego mais eficiente e campanhas de conscientização são essenciais para melhorar a segurança viária e a relação entre motoristas e fiscalização. A multa por excesso de velocidade, mesmo dentro da margem de erro do equipamento (6%), reforça a importância do respeito às leis de trânsito.



