Vítima, de 57 anos, sofreu golpes por todo o corpo; três mulheres, suspeitas de participar do crime, foram detidas
Motorista de aplicativo é vítima de violento assalto em São Paulo
Brutal agressão durante corrida noturna
Um motorista de aplicativo de 57 anos foi brutalmente agredido por três mulheres na madrugada desta quarta-feira, em São Paulo. Segundo relatos, o senhor Carlos, que trabalhava como músico antes da pandemia e precisou se reinventar como motorista para pagar as contas, foi chamado para uma corrida na Avenida de Métro Chaguri, no bairro Quintino. Ao chegar ao local, encontrou três mulheres, duas adultas e uma menor de 17 anos, aparentemente embriagadas. Ao tentar ajudar uma delas que simulava mal-estar, foi atacado com socos e chutes, sofrendo cortes e hematomas pelo corpo.
Assalto e prisão das suspeitas
Durante a agressão, o celular e o dinheiro que o motorista havia ganho durante a noite foram roubados. Apesar da violência, o senhor Carlos conseguiu escapar e pedir ajuda. A polícia, acionada por um testemunha, conseguiu rastrear os celulares roubados e prender as três mulheres envolvidas. Um homem, que teria participado da agressão e fugido, também é procurado pelas autoridades. O dinheiro e os celulares foram recuperados.
Leia também
- Passageiro fica ferido após ser agredido com martelo por motorista de aplicativo
- Assalto ribeirão preto: Homem é agredido por assaltantes enquanto esperava em ponto de ônibus na Vila Tibério
- Agressão por vaga de estacionamento: Homem é agredido durante discussão por conta de vaga de estacionamento na zona Sul
Sequelas e reflexões sobre a violência
O caso evidencia a vulnerabilidade dos motoristas de aplicativo e a crescente violência urbana. Além do trauma físico, o senhor Carlos certamente carregará as marcas emocionais do ocorrido, afetando sua confiança e segurança no trabalho. O episódio levanta questionamentos sobre a segurança dos profissionais que atuam nesse setor e a necessidade de medidas mais efetivas para coibir esse tipo de crime. A rápida ação da polícia, que resultou na recuperação dos pertences e na prisão das suspeitas, é um alívio, mas não apaga a gravidade do ocorrido.



