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Motorista de caminhonente que causou acidente grave em Barretos se apresenta à Polícia

Veículo atingiu outros três carros que esperavam para entrar em um bar; advogado criminalista explica os próximos passos do caso
acidente Barretos
Veículo atingiu outros três carros que esperavam para entrar em um bar; advogado criminalista explica os próximos passos do caso

Veículo atingiu outros três carros que esperavam para entrar em um bar; advogado criminalista explica os próximos passos do caso

Um grave acidente ocorrido no último fim de semana em Barretus deixou duas pessoas feridas e gerou uma série de questionamentos sobre as responsabilidades envolvidas. O caso envolve um motorista de caminhonete que se apresentou à polícia apenas na noite de ontem, após o ocorrido no sábado.

O Acidente na Avenida das Comitivas

O acidente aconteceu na Avenida das Comitivas, principal via de acesso ao Parque do Pião. Três carros estavam parados, aguardando para entrar em um bar próximo, quando foram atingidos pela caminhonete. Uma das vítimas, uma motorista autônoma que faz bolos, teve seu carro completamente destruído e sofreu ferimentos no rosto, impossibilitando-a de trabalhar. Seu veículo estava com o pisca-alerta ligado, sinalizando sua parada.

Responsabilidades e Crimes de Trânsito

O delegado investiga o caso como lesão corporal culposa, fuga do local do acidente e omissão de socorro. A advogada criminalista Daniel Rondi, ouvida pela CBN, explicou que a omissão do motorista em prestar socorro e acionar as autoridades já configura um crime de trânsito. A fuga também dificulta a apuração das circunstâncias do acidente, como a possibilidade de o motorista estar dirigindo sob influência de álcool ou drogas. A lesão corporal culposa pode ser enquadrada em negligência, imprudência ou imperícia, mas se houver indícios de dolo (intenção), a pena aumenta significativamente. A advogada destacou ainda a possibilidade de ações indenizatórias na esfera civil pelas vítimas, que podem buscar reparação pelos danos materiais e morais sofridos.

A advogada reforçou que dirigir é uma permissão, e não um direito, exigindo responsabilidade e respeito às normas de trânsito. As vítimas do acidente podem procurar auxílio jurídico para garantir seus direitos, tanto na esfera criminal quanto na civil. O caso segue em investigação, e as autoridades buscam apurar todas as circunstâncias do ocorrido, incluindo a possibilidade de o motorista estar embriagado no momento do acidente.

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