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Motoristas do transporte especial continuam em greve

Empresa dona dos ônibus deve mais de R$ 400 mil, segundo funcionários
Motoristas transporte especial
Empresa dona dos ônibus deve mais de R$ 400 mil, segundo funcionários

Empresa dona dos ônibus deve mais de R$ 400 mil, segundo funcionários

Motoristas do transporte especial em Ribeirão Preto permanecem paralisados, impactando significativamente o deslocamento de cerca de 400 passageiros. A paralisação, iniciada ontem, é um protesto de 28 trabalhadores de uma cooperativa contra a Certran, empresa responsável pelos ônibus, devido a uma dívida acumulada de R$ 400 mil desde junho.

A Reivindicação dos Motoristas

Segundo Zaquiel Miguel, um dos cooperados, a empresa ainda não apresentou uma posição oficial sobre o pagamento. “Continuamos parados. A empresa oficialmente ainda não deu nenhuma posição. Apenas disse que vai fazer a substituição, colocando motoristas dela, mas são motoristas que não têm habilitação para operar o sistema”, relatou Miguel.

Intervenção do Poder Público

Diante da situação, os motoristas buscaram o apoio do poder público. “Nós procuramos o poder público ontem e ficou que a prefeitura vai possibilitar uma agenda atrásra à tarde para reunirmos com a empresa para tomar decisão a respeito do fato. Nenhum cooperado foi pago”, explicou Zaquiel. Ele também questiona a alegação da empresa sobre a falta de repasse de recursos, uma vez que a prefeitura afirma estar em dia com os pagamentos.

Impacto nos Usuários e a Necessidade de Atenção Especial

A paralisação afeta diretamente o transporte de pessoas que necessitam de cuidados especiais, incluindo pacientes em tratamento de hemodiálise. Zaquiel Miguel ressalta a importância da qualificação dos motoristas para atender às necessidades específicas dos passageiros, muitos dos quais precisam de auxílio para se locomover. O transporte abrange diversos itinerários, incluindo serviços para as Secretarias de Educação, Saúde e Cidadania, atendendo pacientes em locais como a Barão, a USP e centros de fisioterapia.

Embora a Certran tenha informado que o serviço de vans foi normalizado e que parte dos pagamentos foi efetuada, a situação ainda não foi totalmente resolvida. A expectativa é que a reunião agendada com a prefeitura traga uma solução para o impasse.

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