Trabalhadores garantem que as promessas feitas pelo Governo Federal durante a paralisação de maio/ junho não foram cumpridas
Pressão sobre o governo após as eleições
A semana que se inicia após as eleições traz de volta à tona a pressão sobre o governo para cumprir as promessas feitas durante a greve dos caminhoneiros. A categoria demonstra insatisfação com o descumprimento de medidas acordadas, ameaçando uma nova paralisação.
Nova paralisação iminente?
Rumores de uma nova paralisação dos caminhoneiros surgiram em Goiás, com a possibilidade de início imediato. O principal motivo é o descumprimento de acordos firmados pelo governo federal durante a greve anterior, incluindo a definição da tabela do piso mínimo do frete e o aumento do preço do combustível.
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Impactos de uma nova greve
A paralisação anterior causou impactos significativos na economia brasileira, com queda de 1,4% no setor de transporte no primeiro trimestre de 2018, afetando exportações e investimentos. O Ministério da Fazenda estima uma perda de até 1,2% do PIB em caso de nova greve. Representantes da categoria confirmam a possibilidade de novos protestos, mas sem data definida, dependendo da resposta do governo.
A necessidade de diálogo
A situação exige uma resposta urgente do governo. O diálogo com os caminhoneiros é fundamental para evitar uma nova paralisação e seus consequentes prejuízos para a economia e a população. A expectativa é que o governo encontre soluções para atender às demandas da categoria e evitar um cenário de crise.



