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MP aponta que Léo Oliveira empregou na Alesp funcionários indicados por ele para a Atmosphera

Servidores ocupam os cargos de assessor e de assistente parlamentar, com salário que chega a R$ 16 mil; deputado nega acusações
Léo Oliveira Alesp
Servidores ocupam os cargos de assessor e de assistente parlamentar, com salário que chega a R$ 16 mil; deputado nega acusações

Servidores ocupam os cargos de assessor e de assistente parlamentar, com salário que chega a R$ 16 mil; deputado nega acusações

Deputado Estadual Leo Oliveira é denunciado em operação do Gaeco por suposta indicação de funcionários para empresa privada.

Indicações na Atmosfera

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) denunciou o deputado estadual Leo Oliveira por supostamente indicar cinco pessoas para trabalharem na empresa Atmosfera. De acordo com a investigação, duas dessas pessoas atualmente trabalham no gabinete do deputado na Assembleia Legislativa do Estado, com salários de R$ 16.277 e R$ 6.318, respectivamente. Os nomes dos assessores não foram divulgados pelo Ministério Público, pois não são investigados.

Negações e versão do deputado

Em seu depoimento, Leo Oliveira negou ter realizado as indicações para a empresa Atmosfera, afirmando que contratou os dois assessores de seu gabinete por já conhecer o trabalho deles. Quanto aos outros três supostos indicados, o deputado alegou desconhecê-los e afirmou que orientava seus funcionários a encaminharem currículos para agências de emprego e empresas privadas.

Período de desligamento e eleições de 2014

A denúncia do Gaeco destaca que quatro das supostas indicações deixaram seus cargos na Atmosfera entre novembro de 2014 e janeiro de 2015, período posterior às eleições de 2014, quando Leo Oliveira foi eleito deputado estadual. A promotoria interpreta esse fato como prova de que as admissões na Atmosfera estavam vinculadas ao exercício da função de vereador por Leo Oliveira. O deputado, por meio de sua assessoria, manteve o posicionamento anterior, negando vantagens políticas ou pessoais durante seu mandato como vereador.

A investigação do Gaeco continua e novas informações podem surgir sobre o caso.

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