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MP procura motociclista atingida por médico preso após perseguir testemunha do acidente

Testemunho da vítima pode fazer com que Natanael Angelo Stuque Matos Vaz responda por mais crimes, como omissão de socorro
acidente de moto
Testemunho da vítima pode fazer com que Natanael Angelo Stuque Matos Vaz responda por mais crimes, como omissão de socorro

Testemunho da vítima pode fazer com que Natanael Angelo Stuque Matos Vaz responda por mais crimes, como omissão de socorro

Médico preso após acidente de trânsito em Ribeirão Preto

Prisão e descobertas

Na semana passada, em Ribeirão Preto, o médico Nataniel Stuck, de 32 anos, foi preso após provocar um acidente de trânsito enquanto dirigia bêbado. O incidente ocorreu nas Avenidas Caramuru e Adelmo Perdiza, próximo ao Parque Ribeirão. Além de dirigir embriagado, ele também foi encontrado com um soco inglês e uma substância semelhante à cocaína dentro de sua camionete. O médico teria ainda atacado os policiais militares durante a abordagem, demonstrando resistência à prisão. Após o exame, foi confirmado o estado de embriaguez ao volante.

Busca por vítima e testemunha

A polícia busca a motociclista que foi atropelada por Stuck. O depoimento da vítima é crucial para a continuidade do processo, podendo levar a acusações adicionais contra o médico, como omissão de socorro. Uma testemunha, outro motociclista que presenciou o acidente, relatou que o médico fugiu do local sem prestar assistência à vítima e perseguiu a testemunha após a abordagem. A polícia investiga o caso e procura por imagens de câmeras de segurança na região para auxiliar nas investigações.

Investigação em andamento

O promotor Augusto Soares de Arruda Neto ressaltou a importância do depoimento da vítima para determinar a gravidade das lesões sofridas e a consequente tipificação dos crimes. A polícia pede que a motociclista, que possivelmente mora próximo ao Parque Ribeirão Preto e possui uma motoneta vermelha, procure a delegacia na Avenida Independência para prestar seu depoimento. A investigação está em andamento, e o delegado responsável tem 10 dias para concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público. A defesa do médico optou por não se manifestar no momento.

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