Órgão que constatou a falta de análise para contratação de médicos quer a ruptura dos contratos atuais em até seis meses
Terceirização na Saúde de Ribeirão Preto
O Ministério Público do Trabalho (MPT) moveu uma ação civil pública para acabar com as terceirizações na saúde de Ribeirão Preto. Atualmente, o atendimento de urgência e emergência em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) é baseado em contratos terceirizados, com médicos e enfermeiros contratados sem concurso público.
Contratos Precários e Morte de Jovem
A ação do MPT se baseia em documentos do Ministério Público Estadual (MPE), que apurou a morte da jovem Gabriela Zafra. A investigação revelou irregularidades, como a contratação de médico plantonista via WhatsApp, sem formalidades ou avaliação prévia do currículo.
Precarização e Concurso Público
Segundo o MPT, esses convênios precarizam as relações de trabalho e burlam a obrigação da Prefeitura de realizar concurso público. A prefeitura tem seis meses para romper os contratos atuais.
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O MPT busca garantir melhores condições de trabalho e transparência na contratação de profissionais da saúde em Ribeirão Preto.



