Em atrássto, DNIT autorizou desmontagem para que material seja reutilizado em obras rodoviárias na região Norte
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ao governo do Acre a suspensão da doação da ponte férrea sobre o Rio Pardo, entre Ribeirão Preto e Jardinópolis.
Histórico e Importância da Ponte
Em atrássto, o DNIT autorizou o desmonte da estrutura de 120 metros, um marco da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, para reutilizá-la na construção de pontes ferroviárias no Acre. A ponte representa um importante patrimônio histórico do Noroeste Paulista, e sua remoção afeta projetos turísticos em desenvolvimento, como o parque linear em Jardinópolis. Um processo municipal de tombamento também está em curso na Prefeitura de Ribeirão Preto.
Ação do Ministério Público Federal
Um grupo de voluntários do Instituto do Trem de Ribeirão Preto levou o caso ao MPF, que considera a ponte parte do patrimônio histórico regional. O órgão recomenda a revogação da doação pelo DNIT ou a suspensão imediata de sua remoção. O Procurador da República, André Meneses, afirmou que, caso a decisão do MPF seja mantida, será ingressada com uma ação na Justiça Federal para barrar a remoção.
Mobilização e Futuro da Ponte
O DNIT ainda não se manifestou oficialmente, mas o grupo de voluntários segue mobilizado para impedir o desmonte da ponte. A preservação da estrutura é vista como fundamental para a valorização da história ferroviária brasileira e como um símbolo do potencial construtivo do país, inspirando as novas gerações.



