Segundo Nelson Rocha Augusto a projeção era de maior dificuldade, mas a economia se saiu bem; ouça a análise!
A economia brasileira fechou o trimestre melhor do que o esperado, contrariando previsões de maior dificuldade. Indicadores como inflação, câmbio e atividade econômica apresentaram resultados positivos.
Indicadores Econômicos Positivos
A inflação mostrou mais resistência para cair do que se previa, permitindo um ciclo de redução das taxas de juros. O Banco Central já realizou dois cortes, e há consenso de que mais três ou quatro cortes ocorrerão. Além disso, houve crescimento nas vendas das empresas, lançamentos imobiliários, fluxo de veículos e na safra agrícola. Embora o crescimento na margem seja modesto, a tendência é positiva.
Confiança e Cenário Internacional
Os indicadores de confiança na economia (indústria, comércio, construção civil) subiram significativamente, impulsionando expectativas positivas para o último trimestre. Apesar das dificuldades no cenário internacional, com os EUA possivelmente elevando as taxas de juros, o Brasil, como grande exportador de commodities, mantém um cenário favorável. A expectativa é de um último trimestre positivo, com aumento no emprego e consumo.
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Taxas de Juros e Perspectivas Futuras
A previsão é de mais dois cortes na taxa de juros ainda este ano, possivelmente chegando a 0,75 na última reunião. Para 2024, a expectativa é que a taxa de juros média fique em torno de 9,5%, quebrando a barreira dos 10%. Essa redução estimula o crédito, a atividade econômica e o emprego. Embora a situação ainda seja difícil para muitos, a tendência é de melhora gradual. A reforma tributária, com início de votação previsto para outubro, também contribuirá positivamente para a economia.