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Mulher acusada de mandar matar o marido, é julgada no fórum de Ribeirão

Crime aconteceu em 2018; Ana Cláudia Batista queria ficar com o seguro de vida da vítima, de R$ 725 mil
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Crime aconteceu em 2018; Ana Cláudia Batista queria ficar com o seguro de vida da vítima, de R$ 725 mil

Crime aconteceu em 2018; Ana Cláudia Batista queria ficar com o seguro de vida da vítima, de R$ 725 mil

Julgamento de Ana Cláudia Batista em Ribeirão Preto

O Fórum de Ribeirão Preto acolhe, a partir de hoje, o julgamento de Ana Cláudia Batista, acusada de planejar a morte do marido, Leandro Henrique Batista, em 2018. O crime, que gerou grande repercussão na cidade, teve como motivação o seguro de vida da vítima, no valor de R$ 725 mil.

Detalhes do Caso e Acusações

Ana Cláudia é acusada de homicídio qualificado por motivo torpe, tendo supostamente oferecido R$ 80 mil a Éder da Silva Rezende para executar o crime. Leandro Batista foi morto a tiros na porta de uma casa no Jardim Monte Carlo. Enquanto o julgamento de Éder ainda não foi marcado, Ana Cláudia permanece presa há dois anos e oito meses. A defesa argumenta sobre a existência de outras linhas de investigação, como latrocínio e crime passional, questionando a participação da acusada.

Testemunhas e Andamento do Julgamento

O julgamento, com previsão de dois dias, contará com oito testemunhas: três de acusação, três de defesa e dois policiais civis. Ana Cláudia será interrogada após os depoimentos, seguida pelo debate entre acusação e defesa. De um total de 25 jurados pré-selecionados, sete foram sorteados para compor o Conselho de Sentença. Inicialmente previsto para março de 2021, o júri foi adiado devido à pandemia. A ausência de reação de Ana Cláudia no dia do crime, apesar de estar presente no local, chamou atenção das autoridades e contribuiu para as investigações. A descoberta do seguro de vida fortaleceu as acusações do Ministério Público.

O julgamento de Ana Cláudia Batista promete trazer à tona detalhes importantes sobre o caso, que chocou a cidade de Ribeirão Preto em 2018. A expectativa é de uma sentença que poderá resultar em uma pena de 12 a 30 anos de prisão.

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