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Mulher acusada de torturar crianças em creche clandestina em Sertãozinho é presa

Jeniffer Souza Batista foi presa na quarta-feira (4), em Pontal; as crianças agredidas tinham menos de 4 anos de idade
Mulher acusada de torturar crianças em
Jeniffer Souza Batista foi presa na quarta-feira (4), em Pontal; as crianças agredidas tinham menos de 4 anos de idade

Jeniffer Souza Batista foi presa na quarta-feira (4), em Pontal; as crianças agredidas tinham menos de 4 anos de idade

Jennifer Souza Batista foi presa em Sertãozinho, Mulher acusada de torturar crianças em, acusada de torturar pelo menos nove crianças com idades entre 7 meses e 4 anos em uma creche clandestina chamada “Hotelzinho Espaço Vem Brincar”, localizada no bairro Jardim Liberdade. O local funcionava sem autorização da vigilância sanitária, da Secretaria de Saúde, do Corpo de Bombeiros e não possuía alvará para operar.

Funcionamento irregular e condições precárias

Além da falta de licenças, a creche clandestina era administrada por Jennifer e contava com a ajuda de duas adolescentes, de 13 e 15 anos, que eram responsáveis pela limpeza e pelo cuidado das crianças. Relatos indicam que as adolescentes cuidavam de até 14 crianças em condições de higiene inadequadas, incluindo o banheiro e a cozinha do local.

Denúncias e investigação: As denúncias chegaram ao Conselho Tutelar da cidade, que iniciou uma investigação após relatos de violência e negligência. Algumas famílias receberam alertas por redes sociais para não deixarem seus filhos no hotelzinho, devido ao tratamento inadequado. O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que solicitou a prisão preventiva de Jennifer com base em depoimentos das mães e das adolescentes envolvidas.

Imagens e laudos comprovam agressões: Imagens gravadas mostram Jennifer agredindo uma criança de 2 anos, puxando-a pelo braço, chutando e arrastando-a para um banheiro. O menino foi atendido e seu laudo médico indicou hematomas no rosto, costas, olho e outras partes do corpo, além de relatos da criança sobre castigos físicos aplicados pela acusada. As agressões também teriam sido direcionadas a outras crianças, inclusive autistas.

Consequências legais e defesa: Jennifer Souza Batista foi presa e deve passar por audiência de custódia. A promotora responsável pelo caso classificou o crime como tortura, que é considerado hediondo. A defesa da acusada informou que irá solicitar um habeas corpus. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o andamento da audiência ou outras medidas judiciais.

Informações adicionais

O caso teve início há pouco mais de um ano, mas só recentemente houve o pedido de prisão preventiva. A investigação contou com o depoimento de mães, adolescentes e funcionários, além da análise de imagens e laudos médicos.

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