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Mulher agredida em posto diz que engenheira presa bateu duas vezes em seu carro

Auxiliar administrativa estava com a filha de dois meses no veículo; agressora ainda tentou subornar policiais militares
Mulher agredida em posto diz que
Auxiliar administrativa estava com a filha de dois meses no veículo; agressora ainda tentou subornar policiais militares

Auxiliar administrativa estava com a filha de dois meses no veículo; agressora ainda tentou subornar policiais militares

Um caso de agressão registrado neste fim de semana em Ribeirão Preto envolvendo a engenheira agrônoma Ana Paula Junqueira mobiliza a polícia local. Segundo a vítima — uma motorista que preferiu não se identificar — Ana Paula teria engatado a marcha-à-ré e batido contra seu carro. Após a colisão, a acusada desceu do veículo e agrediu a motorista com socos e puxões de cabelo, enquanto clientes de uma loja de conveniência registravam a cena e trocas de insultos.

O acidente e a versão da vítima

Em entrevista ao repórter Murilo Badeça, a motorista relatou que a agressão começou depois de duas batidas no mesmo ponto do carro. “Ela bateu a primeira vez no meu carro, eu deixei quieto. Vi que ela estava tentando manobrar para sair”, contou. Testemunhas teriam alertado que havia risco de uma nova colisão, o que se confirmou: “Aí eu desci e fui falar com ela… Nisso ela já estava visivelmente alterada, a forma como ela falou, a gente já viu que tinha embriaguez ali”.

De acordo com a vítima, a agressora partiu para cima dela, puxou o cabelo e tentou tomar a chave do carro para ir embora. A confusão aumentou até que pessoas presentes precisaram intervir. A motorista relatou ter sofrido cortes e lesões no rosto e disse ainda que havia uma criança de dois meses no assento de bebê no interior do carro no momento do incidente.

Registros, tentativa de suborno e medidas policiais

Vídeos gravados por clientes mostram a conduta de Ana Paula no local, com ofensas dirigidas a funcionários do posto de combustível e um tom que algumas testemunhas classificaram como arrogante. Já na delegacia, segundo relatos, a engenheira teria oferecido dinheiro a policiais para que a ocorrência não fosse registrada.

Após a audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. Além das acusações de agressão, Ana Paula Junqueira passa a ser investigada por abandono de incapaz — a polícia apura se uma filha de 9 anos da acusada ficou sozinha em casa durante o episódio.

O caso segue em apuração pelos órgãos competentes e será acompanhado pelas autoridades locais à medida que novos desdobramentos forem registrados.

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