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Mulher de suspeito de matar empresário em Cravinhos se nega a desbloquear celular apreendido

Mulher de suspeito de matar empresário em Cravinhos se nega a desbloquear celular apreendido
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Mulher de suspeito de matar empresário em Cravinhos se nega a desbloquear celular apreendido

Mulher de suspeito de matar empresário em Cravinhos se nega a desbloquear celular apreendido

O caso do empresário Nelson Carrera, supostamente assassinado após uma reunião de negócios em Cravinhos, continua a gerar desdobramentos. A recusa da esposa de Marlon Couto Jr., apontado como o executor do crime e atualmente foragido, em desbloquear o celular apreendido pela polícia, tem chamado a atenção das autoridades e da mídia.

A Recusa no Desbloqueio do Celular

Marcela Almeida, que havia sido liberada da prisão temporária em 29 de junho, após a ausência de provas de sua participação no homicídio, atrásra enfrenta acusações de fraude processual. A polícia solicitou que ela comparecesse à delegacia para remover a configuração antirroubo do celular apreendido, essencial para a extração de dados. Inicialmente, a defesa alegou que Marcela estava impossibilitada devido à Covid-19. No entanto, ao comparecer à delegacia em 1º de atrássto, Marcela se recusou a desbloquear o aparelho, alegando que precisava consultar sua advogada antes de tomar qualquer decisão. Até o momento, não houve manifestação da defesa sobre o desbloqueio.

Investigação e Implicações Legais

A polícia informou que, mesmo com a recusa de Marcela, o celular será encaminhado ao Instituto de Criminalística de São Paulo para tentar o desbloqueio. Daniel Pacheco, professor de direito da USP, foi consultado para analisar o caso, destacando a importância da colaboração em investigações criminais. Paralelamente, Marcela pode enfrentar um novo processo relacionado a uma organização criminosa que supostamente vendia suplementos irregulares. Apreensões significativas foram realizadas nas empresas de Marlon, mas a Anvisa ainda não divulgou os resultados das análises.

Outras Acusações e o Paradeiro do Suspeito

Além das acusações relacionadas ao assassinato e à fraude processual, Marcela enfrenta suspeitas devido à existência de quatro empresas em seu nome, incluindo casas de aluguel. No inquérito sobre os suplementos, Marcela, Marlon e outros familiares podem ser acusados de organização criminosa, falsificação de medicamentos e crimes contra a relação de consumo, com penas que podem totalizar até 28 anos de prisão. O corpo de Nelson Carrera ainda não foi encontrado, e Marlon Couto Jr. permanece foragido, 11 dias após o crime. Em carta, Marlon alega ter agido em legítima defesa.

O caso segue em investigação, com diversas frentes de apuração buscando esclarecer todos os aspectos do crime e as possíveis conexões com outras atividades ilícitas.

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