Vítima tinha 55 anos e foi morta por casal que pediu carona na saída de um culto, na Zona Oeste de Ribeirão Preto
Um crime brutal chocou a região de Jardinópolis e Ribeirão Preto. Regina Lúcia Roma, de 55 anos, foi assassinada a facadas após oferecer uma carona a um casal que conheceu em um culto religioso.
O Crime e a Carona Fatal
Segundo informações, Roger Max Soares e sua companheira, Rebecca Soares da Silva, aceitaram a oferta de carona de Regina após saírem de um culto na zona oeste de Ribeirão Preto. Durante o trajeto, Roger, de posse de uma faca, anunciou o assalto, exigindo que a vítima continuasse dirigindo.
O Assalto e o Assassinato
Em um local ermo na rodovia Yanguera, em Jardinópolis, Roger exigiu os cartões bancários e dinheiro de Regina. A polícia acredita que, devido ao pânico, a vítima não conseguiu fornecer as senhas, o que teria motivado o assassino a desferir múltiplos golpes de faca. O corpo de Regina foi abandonado no local, e o casal fugiu com o carro da vítima em direção a Ribeirão Preto, com a intenção de buscar a filha de seis anos de Regina e fugir para Jardinópolis, onde Roger tem familiares.
Prisão e Confissão
A fuga do casal foi interrompida por uma operação de rotina da Polícia Militar. O delegado César Augusto de França detalhou que Roger confessou o crime, alegando que precisava do dinheiro para comprar uma arma devido a desavenças com vizinhos. Ele inclusive indicou o local onde abandonou o corpo de Regina, que apresentava diversos ferimentos no pescoço, rosto e costas. Roger demonstrou frieza e falta de arrependimento em seu depoimento.
Apesar de Rebecca negar participação no crime, a polícia suspeita de premeditação, já que Roger portava a faca de forma oculta. A vítima, conhecida por seu trabalho de assistência a pessoas carentes, havia conhecido o casal há cerca de dois meses.
Roger Max Soares, que já possui antecedentes por tentativa de estupro, será encaminhado à cadeia de Pontal. Rebecca Soares da Silva será levada para a cadeia de Cajuru.
O caso serve como um triste lembrete da fragilidade da vida e da importância da cautela, mesmo em gestos de solidariedade.



