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Mulher é morta esfaqueada em frente ao trabalho pelo ex-marido, em Monte Alto

Vítima, de 39 anos, tentou fugir, mas foi atingida no pescoço; suspeito se apresentou à Polícia e está preso
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Vítima, de 39 anos, tentou fugir, mas foi atingida no pescoço; suspeito se apresentou à Polícia e está preso

Vítima, de 39 anos, tentou fugir, mas foi atingida no pescoço; suspeito se apresentou à Polícia e está preso

Um feminicídio chocou a cidade de Monte Alto na manhã desta quarta-feira. Aparecida de Fátima Fumes da Silva, de 39 anos, foi morta a facadas pelo seu ex-companheiro, Fábio Ricardo César da Silva, de 41 anos, na farmácia onde trabalhava.

O Crime

Segundo informações da Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 10h da manhã na esquina da Rua Guido Matioli e Avenida Antônio Forçate, bairro Laranjeiras. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Fábio ataca Aparecida, que correu ao ser ameaçada. Ele a perseguiu e desferiu múltiplos golpes de faca, atingindo o pescoço, a barriga e as costas da vítima. Uma das facas usadas no crime ficou na farmácia, a outra perto do corpo da vítima. Apesar do rápido atendimento da Brigada de Incêndio, Aparecida chegou ao hospital sem vida.

A Prisão do Suspeito

Após o crime, Fábio fugiu, mas foi encontrado e preso com a ajuda de Gilberto Luiz Gullar, diretor da Brigada de Incêndio e guarda civil municipal. Gilberto relatou que Fábio confessou o crime, alegando que Aparecida o traía. Ele estava armado com duas facas e chegou a ameaçar Gullar antes de se entregar. Motoqueiros que presenciaram a fuga também auxiliaram na localização do suspeito. Fábio foi detido e levado para a cadeia pública de Paradópolis, aguardando audiência de custódia.

Contexto de Violência Doméstica

Aparecida já havia registrado um boletim de ocorrência contra Fábio no ano passado por ameaças e possuía uma medida protetiva contra ele. O caso destaca a importância de registrar ocorrências de violência doméstica, permitindo uma ação mais rápida e eficaz das autoridades. A crueldade do crime e a existência da medida protetiva tornam o caso ainda mais impactante, reforçando a necessidade de combate à violência contra a mulher.

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