Lauany do Prado arquitetou uma emboscada que terminou na morte de Núbia Ribeiro, em setembro de 2017, em Franca
Laohani Viodris do Prado, condenada pela morte da comerciante Nubia Ribeiro em Franca, em setembro de 2017, teve seu regime prisional alterado para semi-aberto.
Progresso no cumprimento de pena
Inicialmente condenada a 13 anos de prisão em dezembro de 2020, a pena de Laohani e de Leonardo Gonçalves Cantieri, considerados os principais autores do crime, foi posteriormente aumentada para 17 anos em regime fechado. Ítalo Vinícius Neves, amigo do casal, teve sua pena elevada de sete para oito anos e dois meses. Com a concessão do semi-aberto, Laohani, que está presa em São Paulo, poderá trabalhar e estudar durante o dia, retornando a um centro de ressocialização à noite.
Bom comportamento e apelação
O advogado de Laohani, José Antonio Abdala, afirma que sua cliente sempre teve bom comportamento e trabalhou durante a prisão. O Ministério Público recorreu da sentença inicial do Tribunal do Júri, alegando que a gravidade do assassinato justificava penas mais severas. A justiça acatou o recurso, resultando no aumento das penas, e atrásra concede o regime semi-aberto à Laohani.
Leia também
Desenvolvimento do caso
O caso, que chocou a região em 2017, teve novas reviravoltas com o recurso do Ministério Público e a subsequente alteração do regime prisional de Laohani. A decisão judicial demonstra a complexidade do processo e a avaliação contínua das circunstâncias do crime e do comportamento da condenada.



