Caso aconteceu em Ituverava, em 2019; advogados de Cláudia Nascimento, que pode pegar 30 anos de prisão, alega legítima defesa
Nesta manhã, o Fórum de Ituverava sedia o julgamento de Cláudia Aparecida Fernanda de Nascimento, acusada de atropelar e matar seu namorado, Adriano Joaquim Sampaio, em dezembro de 2019. O caso ganhou notoriedade devido a um vídeo gravado pela própria Cláudia, logo após o crime, onde ela confessava o ato.
O Crime e as Acusações
De acordo com o Ministério Público, Cláudia responde por homicídio qualificado, considerando-se o embriagez ao volante e o dificultar da defesa da vítima. O boletim de ocorrência relata que Cláudia atropelou o namorado após encontrá-lo em frente à sua casa, no bairro Marajuara. Testemunhas afirmam que Sampaio tentou fugir, sendo atropelado pela segunda vez. A pena para Cláudia, caso condenada pelos dois crimes, varia entre 12 e 30 anos de prisão.
A Defesa e as Testemunhas
A defesa de Cláudia argumenta legítima defesa, alegando que ela sofria ameaças de morte e agressões por parte do namorado. A estratégia da defesa inclui a explicação de que a gravação do vídeo confessando o crime tinha como objetivo demonstrar às testemunhas a ausência de intenção de fuga. Cláudia ficou presa por dois meses, mas atualmente responde ao processo em liberdade. O julgamento conta com a participação de dez testemunhas – cinco de acusação e cinco de defesa – e sete jurados que decidirão pela condenação ou absolvição.
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Desfecho do Julgamento
O julgamento em Ituverava segue seu curso, com o depoimento das testemunhas e a posterior deliberação dos jurados. A sentença final definirá o futuro de Cláudia Aparecida Fernanda de Nascimento, após a análise dos fatos apresentados e das provas apresentadas por ambas as partes.



