Ouça a coluna ‘CBN Saúde’, com Fernando Nobre
Um estudo recente na Dinamarca, envolvendo mais de 12 mil mulheres hipertensas com trabalhos estressantes, revelou um risco três vezes maior de problemas cardíacos comparado a mulheres sem hipertensão e com níveis de estresse laboral normais. No Brasil, quase metade das mulheres apresenta excesso de peso, enquanto nos homens esse índice é de 56%. Embora as mulheres tenham maior prevalência de colesterol alto, são mais ativas fisicamente que os homens, embora se alimentem de forma menos saudável. O consumo de cigarros entre as mulheres aumentou nas últimas décadas, mas ainda é menor que o dos homens.
A Nova Realidade Feminina e a Saúde Cardíaca
A mulher moderna possui um padrão de vida social e econômico distinto, atuando profissionalmente e assumindo papéis de destaque na sociedade. Essa nova realidade a expõe aos mesmos fatores de risco para doenças cardíacas que os homens, sem que ela perca suas características únicas.
O Impacto do Estresse no Trabalho
O estudo dinamarquês citado inicialmente ressalta o impacto do trabalho estressante na saúde da mulher, especialmente quando associado a outros fatores de risco, como a hipertensão. É crucial reconhecer e abordar esse impacto para promover a saúde cardiovascular feminina.
Leia também
Homenagem à Mulher
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, é impossível não enaltecer sua figura. As palavras de Victor Hugo capturam a essência da mulher de forma sublime: ‘O homem é a mais elevada das criaturas. A mulher é o mais sublime dos ideais…’.
A mulher, com sua força, resiliência e capacidade de amar, continua a inspirar e transformar o mundo ao seu redor. Que possamos reconhecer e valorizar cada vez mais o seu papel fundamental na sociedade.