‘Marmitas por Amor’, que começou antes da pandemia foi ganhando voluntários e hoje entrega 200 refeições por dia
Quando Rosely Lopes Beato, advogada, descobriu um câncer de mama, a quimioterapia a impossibilitou de se alimentar. A experiência de sentir fome, mesmo tendo comida em casa, a fez refletir sobre a situação de outras pessoas que não tinham o que comer. Dessa angústia surgiu o projeto ‘Marmitas de Amor’.
Do sofrimento individual à solidariedade coletiva
Inicialmente, Rosely, com o apoio da taxista Elaine Cristina Rodrigues dos Santos, trabalhou sozinha para levar ajuda às famílias carentes. A iniciativa, que começou pequena, cresceu rapidamente graças à solidariedade de outras pessoas. Hoje, são 200 marmitas preparadas diariamente para famílias em situação de vulnerabilidade, um número que se mostra insuficiente para atender à demanda crescente.
Um projeto que se fortalece diante da adversidade
Telene, uma das voluntárias, relata a dificuldade em selecionar as famílias beneficiadas, dada a grande quantidade de pedidos. O projeto, criado antes da pandemia, tornou-se ainda mais crucial com a crise econômica, que agravou a situação de muitas famílias. Apesar dos desafios, a meta é manter o trabalho, idealmente expandindo para três refeições semanais, além da entrega diária atual.
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Um futuro de esperança
Atualmente, 25 voluntários se dedicam à arrecadação, preparo e distribuição das marmitas. Para dar continuidade ao projeto, o ‘Marmitas de Amor’ precisa de apoio constante. Quem quiser ajudar pode entrar em contato através da página do projeto no Facebook e Instagram, ou pelo telefone (16) 99182-3808 (Ribeirão Preto).



