Danielle Moro, Marina Scatena e Natália Brasileiro, três amigas, falam sobre seu trabalho conjunto na ‘Veropequi’; confira
Neste mês dedicado à mulher, o programa Nossa Gente entrevista Daniela Moro, Marina Escatena e Natália Brasileiro, da Veropequí, empresa especializada em cultura organizacional. Elas compartilham sua trajetória e experiências, quebrando paradigmas sobre amizade e trabalho, e rivalidade feminina no mercado.
O trabalho da Veropequí: Traduzindo a Cultura Organizacional
A Veropequí atua na tradução da cultura organizacional, analisando artefatos, atividades e projetos para entender como as pessoas interagem com a narrativa da empresa. O objetivo é criar atritos positivos que gerem rentabilidade, metas e significado para o trabalho. A empresa utiliza o pequi, fruta brasileira do cerrado, como metáfora: polêmica e espinhosa, mas valiosa quando tratada com cuidado, assim como as pessoas dentro das organizações.
Desafios e Soluções: Quebrando Paradigmas
As fundadoras destacam a quebra de dois paradigmas: a oposição entre amizade e trabalho, e a rivalidade feminina. Elas enfatizam a importância da confiança e da segurança no ambiente de trabalho para promover a coerência entre discurso e prática. A Veropequí identifica a cultura como o fator crucial para o sucesso ou fracasso na implantação de melhores práticas e processos nas empresas.
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A Importância do Atrito Positivo e do Engajamento
As entrevistadas explicam que o atrito positivo, resultante da diversidade de ideias, é fundamental para o crescimento organizacional. Seu trabalho se baseia em um olhar antropológico, buscando entender as diferentes vozes e realidades dentro da empresa. Elas destacam a importância de superar a ideia de “família” como sinônimo de harmonia, reconhecendo que o crescimento se dá na diversidade e no confronto com diferentes perspectivas. O engajamento dos colaboradores é alcançado ao mostrar o valor individual e a contribuição de cada um para o resultado geral, criando sentido e pertencimento.
O programa finaliza com a descrição de um trabalho transformador realizado pela Veropequí, onde a escuta das histórias individuais dos colaboradores impulsiona mudanças significativas na forma como eles percebem seu papel e contribuição dentro da organização. A valorização da narrativa pessoal e a conexão com os objetivos da empresa geram engajamento e promovem um ambiente de trabalho mais significativo e produtivo.



